Voxtopia - Comportamento & Atitude

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Sexta-feira, 28 de Março de 2008

Falar bem é falar corretamente

Para se dar bem profissionalmente um dos requisitos imprescindíveis (pelo menos eu considero, mas, infelizmente algumas empresas não se preocupam muito com isso) é falar bem. Mais importante ainda, falar de forma correta.
Algumas pessoas têm o hábito de copiar expressões de políticos ou celebridades sem ter a menor noção de que são verdadeiros absurdos que desrespeitam nosso idioma. Portanto, se você é uma celebridade, cuidado na hora de falar para não dar mau exemplo.
Procure evitar o famoso gerúndio, um vício de centrais de tele atendimento. Exemplos:
“Eu vou estar verificando a informação”.
O correto é: “Eu vou verificar a informação”.
Já ouvi pessoas, pasmem, de nível universitário dizer de forma insistente frases como: “Tem muito trabalho para mim fazer”. Quando o correto é: “... para eu fazer”.
Sempre que a frase for concluída com um verbo usa-se a primeira pessoa do singular, quando não, usa-se o “mim”. Exemplo: “Tem muito trabalho para mim”.
Ou se a palavra que conclui a frase não for um verbo pode-se dizer: “Há um conflito entre mim e a empresa”.
Algumas pessoas ainda confundem o uso das palavras mais e mas.
MAIS significa soma, adição. Exemplo: “Por favor, pegue o relatório de hoje mais duas cópias e entregue ao diretor”.
MAS é sinônimo de porém, entretanto. Exemplo: “Não posso ir ao trabalho hoje, mas, mandarei um substituto”.
Certas formas de falar possuem conotação pejorativa. Exemplo: “Neste estabelecimento aceitamos qualquer cartão de crédito”.
Neste caso a palavra “qualquer” causa a impressão de depreciação do referido cartão de crédito, como se o de um determinado cliente fosse melhor do que o de outro. Parece bobagem, mas algumas pessoas se ofendem com isso.
O melhor seria dizer algo como: “Aceitamos todos os cartões de crédito”. Desta forma a frase muda de sentido, dá uma impressão de status.
Expressões repetitivas como: tá, tipo assim, aí né, ok também causam má impressão e tiram a objetividade da locução.
Evite também o pleonasmo. Expressões do tipo: subir para cima, entrar para dentro, etc.
Gírias também não causam boa impressão no ambiente de trabalho, principalmente se for uma entrevista para decidir se você será admitido ou não.
Para falar bem e de forma correta procure ler bastante, ouvir bastante (com cuidado, pois, como foi dito acima, não significa que a frase esteja correta pelo fato de a pessoa ser importante) e se tiver dúvidas sobre determinadas palavras, não se acanhe de consultar um dicionário ou livros de ortografia e gramática.
Não fique se preocupando em ser eloqüente sem saber o que está falando, o mais importante é falar o português correto.
PS: Se eu escrevi algo errado, por favor, me corrijam.

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Sábado, 22 de Março de 2008

Gérson X Murphy

Estamos todos fortemente ligados à diversos paradigmas sociais e levamos ao pé da letra tais imposições. Porém, não significa que devemos continuar seguindo a vida presos a estas “leis” da humanidade moderna.
Tem aquela frase: “O Cliente Tem Sempre Razão” que é o grande lema de muitas empresas. Eu trabalho com o público e creio que os clientes devam ser tratados com muita atenção, respeito, educação e sinceridade, pois deles depende o salário de quem atende, vende e etc., mas a frase acima não possui nenhum fundamento político, religioso, psicológico ou científico, o que faz com que na maioria das vezes o dito “cliente” se utilize da Lei de Gérson, que é: “Levar Vantagem Em Tudo”.
Algumas pessoas sem o menor bom senso criam situações absurdas para se beneficiarem (ou pelo menos assim pensam) de alguma forma ou até mesmo apenas para se sentirem superiores ao interlocutor que está dando tudo de si para garantir o ordenado no fim do mês. Veja alguns exemplos reais:
O cara está em um restaurante, pede a comida e após comer pelo menos 70% do que está no prato, chama o garçom, pede para o mesmo chamar o gerente e diz que não vai pagar o serviço (os 10% do garçom) e as vezes não paga nem a conta inteira porque há um cabelo no prato (que ele mesmo colocou).
Um outro fez uma assinatura de uma revista, ligou para a editora para reclamar que não recebeu o último exemplar (o que era mentira), apenas para receber mais três gratuitamente.
Tem também aqueles que vão a um bar, enchem a cara e depois pedem uma nota fiscal descrita como “despesas de alimentação”, pedem para colocar uns R$ 15,00 a mais porque a empresa para a qual ele trabalha vai reembolsá-lo.
E no final, nós que somos trabalhadores honestos e que queremos prestar um atendimento de qualidade acabamos por ser vítimas da Lei de Murphy: “Tudo Que Tiver De Dar Errado Dará!”

Moral da História:

Trate bem o seu cliente e faça com que ele fique satisfeito, mas não permita de forma alguma que ele “MONTE NAS SUAS COSTAS”. A razão dele acaba onde começa a sua.

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Quinta-feira, 20 de Março de 2008

Auto-ajuda ajuda quem?

O mercado de livros de auto-ajuda é bastante lucrativo, sempre que se olha uma lista de best-sellers lá está um desses livros no topo ou quase no topo da lista. Eu não tenho nada contra, muito pelo contrário, leio boa parte deles e aprendi algumas coisas bacanas em alguns, mas não acumulei fortuna e nem conheço ninguém que tenha feito isso apenas lendo estes livros. Os escritores por sua vez, ganham muito com as vendas e as palestras. Então creio que o caminho é todos se tornarem escritores de auto-ajuda e em vez de vender, fazer um intercâmbio de livros para partilhar conhecimento, idéias e experiências.
Fiz uma pesquisa com algumas pessoas e descobri que uma minoria nem mesmo entende o conteúdo dos livros de auto-ajuda e os que assimilam não colocam em prática, ficam sempre deixando para depois.
Mas, uma coisa eu tenho certeza, sozinho, com livros, sem livros, com professores ou não, as pessoas aprendem apenas o que querem aprender. Conheço gente que freqüenta escola de idiomas há mais de cinco anos e só sabe dizer "the book is on the table", simplesmente porque acham que dá status dizer que fala outro idioma (sem saber falar) ou têm dinheiro para jogar fora, mas não se interessam realmente pelo aprendizado da coisa e conheço outros nem tão endinheirados, que se esforçam para aprender "na raça" porque precisam realmente de determinado conhecimento para fazer algo de produtivo na vida.
Então a base é e sempre será essa: se você realmente quer, você se esforça e você consegue.
Mesmo assim não deixe de ler os livros de auto-ajuda ou outros gêneros, pois a leitura pode não enriquecer o bolso, mas o vocabulário com certeza fica mais rico.

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Memória de Elefante

O elefante é um animal que possui uma memória realmente incrível! Se você já foi a um circo com certeza já teve a oportunidade de ver grandes demonstrações de força deste animal.
Porém, antes da apresentação o enorme animal permanece imóvel, preso por uma corrente em apenas uma das patas e a corrente fica presa em uma estaca fincada no chão.
Sabemos que o elefante é capaz de arrancar uma árvore com a tromba, tamanha é sua força. Mas por que então ele não se atreve a remover a estaca do chão?
Quando pequeno, o elefante é preso à estaca com a corrente e por maior que seja seu esforço não consegue se soltar, desta forma ele aceita a sua incapacidade por achar que nunca será páreo para a corrente e a estaca.
Quando cresce ele retém em sua memória a idéia de que não poderá se soltar, lembra-se que é algo que tentou anteriormente e fracassou.
Isso é o que acaba acontecendo com algumas pessoas. Desistem de planos e objetivos porque lembram que não conseguiram em uma primeira tentativa e acham que por isso não devem tentar novamente.
Assim como o elefante nós “crescemos” e nos tornamos mais fortes e não devemos nos julgar incapazes baseados em memórias passadas.
Considere sempre seus fracassos como um aprendizado, em vez de simplesmente desistir avalie o que deu errado e neste caso sim, tenha memória de elefante e lembre-se do que você NÃO deve fazer em sua próxima tentativa.

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Quarta-feira, 19 de Março de 2008

Sua Idéia, Sua riqueza!

No ano de 1936 Jerry Siegel e Joe Shuster criaram o SUPERMAN, famoso personagem de histórias em quadrinhos que já faz parte da cultura mundial.
Em 1938 eles venderam os direitos do personagem para a editora DC COMICS (detentora dos direitos sobre o SUPERMAN até hoje) por míseros US$ 130,00, digo míseros porque mesmo naquela época era pouca coisa para este tipo de negociação.
Eles criaram o SUPERMAN como uma brincadeira de colégio, imaginando que isso jamais os levaria a lugar algum.
A DC COMICS fatura milhões até hoje com os quadrinhos, os desenhos animados, os brinquedos, filmes e séries de TV do personagem.
Até meados dos anos 90 Jerry e Joe não receberam nenhum centavo além dos US$ 130,00 e morreram na miséria.
Hoje em dia, graças a Neal Adams, um respeitado editor e desenhista de histórias em quadrinhos, que reuniu documentos e brigou na justiça, as famílias de Jerry Siegel e Joe Shuster receberam indenizações (não muito grandes) e os nomes de Jerry e Joe aparecem obrigatoriamente nos créditos dos filmes, séries, desenhos e etc. como sendo os criadores do SUPERMAN.
MORAL DA HISTÓRIA :
As vezes fazemos coisas que nós mesmos não damos o devido valor, imaginando que foi nada mais que uma idéia boba. Não nos atentamos a detalhes que podem transformar uma vida inteira.
Portanto : VALORIZE AS SUAS IDÉIAS E OS SEUS ATOS !!

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